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Um pouco sobre mim...

O nome é Glaucia.
O Psudônimo também.
Nascida no ano de 1979, regida sob o signo de LIBRA.
Aprendi a tocar violão aos 6 anos de idade, ainda com meu pai. Aos poucos fui me apaixonando pelo VIOLÃO, instrumentode um timbre tão suave.
Na adolescência descobri a MPB por RAUL SEIXAS, e depois vieram os outros baianos, a grande musa BETHÂNIA, passando pela bossa de TOM, VINÍCIUS, e chegando ao que se chama hoje de "nova MPB", com CALCANHOTTO, PAULINHO MOSKA (não sei porque ele mudou para moska...), CHICO CÉSAR Outra paixão foi o teatro.
Em 2001/2, ingressei no curso de artes cênicas na UNIRIO.
A partir de então, com a união do universo cênico à música, a palavra se torna soberana em meu trabalho, nascendo assim o 100 Licença: Poética.
Uma forma de unir a música com a linguagem teatral, o clown, o jogo, a cena, a elaboração da cena musical passando pelos ensaios, textos, batuques, indo até a relação com o público, que se faz ativo a todo momento, e é convidado a participar da cena , "musico-teatral".

Um pouco sobre o blog:

o blog foi pensado
a partir de um show feito
por mim, que leva esse nome:
100 licença: poética.
Uma forma encontrada de
deixar o público e amigos
informados sobre o que
havia acontecido no
show anterior, e o que
estaria por vir, em shows
futuros. Como o espetáculo
tenta unir música, poesia,
dramaturgia e performances
exóticas, resolvi então
fazer desse sítio uma
continuação do pensamento
100licenciano







aqui, algumas de
minhas canções,
disponibilizadas
em letra



Imagem

O batimento acelerado
Ronda a rua como som de bar
Minha janela estardalhaça
E quebra o vidro vem rodopiar
A bala sofre reação
Ação de Newton como "freudiar"
O som agudo do porão
Velocidade corre assim no ar

Disparos contados
Em janeiro branco-souvenir
Disparo os contatos
Sobre o céu confuso de assistir

Os carros cortam pelo espelho
A luz ofusca a lua quer passar
O homem cruza pela rua
A corda soa assim sem tensionar
Cidade corre contra-mão
Velocidade corre assim no ar
Meu olho olha seu espelho
Ação de Newton como "freudiar".


Dá Licença

Oi dá licença meu senhor
De todo dia
No amor e na folia
Na montanha e a beira-mar

Oi dá licença meu senhor
Vem o poeta
Com uma flor e uma meta
Para aqui pra te cantar

Oi dá licença
Meu senhor me dá licença
Pra eu amar sem desavença
Pra sorrir e harmonizar
Oi dá licença
Pra criança e pro palhaço
Pro adulto encantado
Para aqui poder sonhar

Oi dá licença
Para a vida emaranhada
Para o choro, a gargalhada
Para carnavalizar

Oi dá licença
Pro real e a fantasia
Para o texto e a melodia
Para aqui se misturar
Oi dá licença

Meu senhor me dá licença
Pra eu amar sem desavença
Pra sorrir e harmonizar
Oi dá licença
Pra criança e pro palhaço
Pro adulto encantado
Para aqui poder sonhar




pra quê. por quê. em que. de quem. com quem. aonde. como . quando. por . pra. com. . . . . . . . . .

Quinta-feira, Dezembro 29, 2005

Prezados virtuoamigos, que o ano próximo seja melhor que esse que passou.
Que os sonhos se concretizem e a alegria continue!
Fecho o ano ao som de Paulinho Moska!

Mesmice
(Paulinho Moska)

Mesmo que você não saiba o quanto eu te amo
Mesmo que tudo que eu queira pra nós seja um grande engano
Mesmo que eu me arrependa ou faça o que você quiser
Ou mesmo que seja a mesma coisa que já é...

Mesmo que nada volte a ser o que era
Mesmo que a gente descubra que quase tudo já era
Mesmo que o fogo reacenda e o sexo fique animal
Mesmo que mude pra sempre depois fique igual

Nada vale a pena
Pra quem nem quer tentar
Tudo vale a pena
Mas, se você quer deixar tudo como está
Eu acho que...

Mesmo que a gente repita tudo que já foi feito
Mesmo que a gente conserte os mínimos defeitos
Mesmo que haja uma fenda para se atravessar
Mesmo que o grande final dê no mesmo lugar

Mesmo não tendo legenda embaixo do nosso beijo
Mesmo sabendo que nós já não somos os mesmos

Nada vale a pena
Pra quem nem quer tentar
Tudo vale a pena
Mas, se você quer deixar tudo como está
Eu acho que...


por GLAUCIA ALMEIDA às 1:21 PM
Peça licença... sem licença.


Segunda-feira, Dezembro 19, 2005

Nessa época do ano, começam os balanços de tudo o que foi feito no decorrer dos 12 meses.
Não sei tirar uma medida de tudo, acho que os aprendizados foram muitos e a vida inteira se coloca à disposição.
Por esses dias, ao abrirmos nossas correspondências virtuais diárias, encontramos desejos de felicidade,
alegria, sonho e esperança. Hoje recebi um que me emocionou bastate. Talvez por eu ter me refletido nele. Então, resolvi
compartilhar...


"Desejo primeiro que você Ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em ESQUECER.
E que esquecendo, não guarde mágoa.

DESEJO, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa CONFIAR sem duvidar.

E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa UTILIDADE seja suficiente para manter você em pé.

Desejo ainda que você seja TOLERANTE,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer,
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque CADA IDADE TEM O SEU PRAZER E A SUA DOR
E é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia
.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano
.

Desejo que você DESCUBRA
Com o máximo de URGÊNCIA,
Acima e a respeito de tudo, que EXISTEM OPRIMIDOS,
INJUSTIÇADOS E INFELIZES, e que estão À SUA VOLTA.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco,
E ouça o joão-de-barro erguer triunfante o seu canto matinal,
Porque, assim, você se sentirá BEM POR NADA.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de QUANTAS VIDAS é feita uma árvore.

Desejo, que você tenha dinheiro,
Porque É PRECISO SER PRÁTICO.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele na sua frente
E diga: "Isso é meu",
Só para que fique bem claro QUEM É O DONO DE QUEM.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que, se morrer, você possa chorar, sem se lamentar
E sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem, tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher, tenha um bom homem
E QUE SE AMEM HOJE, AMANHÃ E NOS DIAS SEGUINTES
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar
."
(Victor Hugo)

por GLAUCIA ALMEIDA às 8:10 PM
Peça licença... sem licença.


Sábado, Dezembro 17, 2005



P

R

O

L

In

F

E

R

nO
:


l o g o, e x i s t o

por GLAUCIA ALMEIDA às 10:40 PM
Peça licença... sem licença.


Quinta-feira, Dezembro 15, 2005

maria das dores
saiu pra comprar cigarros.
conheceu joão da cura
numa esquina qualquer da vida.
um dia desses saíram pra dançar.
morreu esfaqueada, na porta da boate.
uma peixeira calibre 22, direto no coração.
joão correu atrás do assassino, mas não adiantou...
o homicida era mais esperto.
joão ficou lá. olhando pra cara ensangüentada de maria,
até que ela desse o últmo suspiro.
depois chamou a polícia, prestou queixa e ligou para
das dores maria convidando-a para dançar no final de semana.
e dançaram. como nunca haviam dançado juntos antes.

por GLAUCIA ALMEIDA às 11:06 PM
Peça licença... sem licença.


Domingo, Dezembro 11, 2005

por GLAUCIA ALMEIDA às 3:35 PM
Peça licença... sem licença.


Quarta-feira, Dezembro 07, 2005





as coisas não serão a ser o que sêram


por GLAUCIA ALMEIDA às 2:47 PM
Peça licença... sem licença.


Domingo, Dezembro 04, 2005



pois que na verdade,
o que estamos todos
é acorrentados à morte

por GLAUCIA ALMEIDA às 6:19 PM
Peça licença... sem licença.


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Local:

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